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Cruze 1.8 (2011–2016)

33 Tópicos 33 Posts

Primeira geração: problemas, soluções e manutenção do 1.8 aspirado — sedan e hatch (Sport6).

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    A
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Consumo acima da média da categoria. Relatos de proprietários vão de 4 a 5,8 km/l na cidade e 7 a 10 km/l na estrada; há registro de 3,7 km/l urbano com álcool num 2012 com 133.000 km. Causa provável Segundo as fontes consultadas, é característica do conjunto motor 1.8 Ecotec somado ao peso do carro — a fonte técnica registra como problema apontado por todos os reparadores. Quando o consumo piora de repente, entram outras causas: membrana da tampa de válvulas rompida e bicos injetores desregulados. Como diagnosticar Comparar o consumo com a média histórica do próprio carro. Se houve piora súbita, investigar PCV/diafragma, bicos, velas e sonda lambda antes de aceitar como característica do modelo. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Não há reparo quando é característica de projeto. Havendo piora súbita: troca de velas e filtros, troca da membrana ou da tampa de válvulas, limpeza e recalibração dos bicos e descarbonização. Peças envolvidas Velas Filtros Membrana ou tampa de válvulas Bicos injetores Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2011–2016 · Carroceria: ambos
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    M
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Marcha lenta instável, luz do controle de tração acesa e luz de injeção acesa. As falhas somem ao religar o motor e voltam depois. Quando acende a luz de injeção há aumento súbito de potência; quando acende a do controle de tração há perda gradual. Causa provável Segundo as fontes consultadas, os bicos injetores estão desregulados na dosagem, com vazão desigual entre cilindros. No caso documentado somavam-se ainda uma bobina de ignição defeituosa e velas com eletrodos consumidos. Como diagnosticar O scanner acusa falha de ignição (misfire). Remover as velas e comparar a coloração entre elas — diferença de cor entre cilindros indica dosagem desigual dos bicos. Confirmar a vazão em bancada de teste. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Limpeza e reparo dos bicos com recalibração da dosagem, substituição das velas e da bobina defeituosa. Peças envolvidas Bicos injetores Velas de ignição Bobina de ignição Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2014 (motor Ecotec 1.8 N18XF)
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    F
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma O veículo simplesmente não dá partida e chega de guincho na oficina. Fusíveis e relés funcionam normalmente, o que despista o diagnóstico. Causa provável Segundo as fontes consultadas, o chicote elétrico que passa embaixo da bateria está com oxidação interna, interrompendo os sinais para bicos e bobinas. A falha só foi encontrada após desmontar e abrir o chicote — não era visível por fora. Como diagnosticar O scanner revelou os códigos P0213, P0689, P120C, P120A, P120D e P1682. Os testes confirmaram ausência de sinal positivo nos bicos e bobinas, apesar de fusíveis e relés estarem bons. Sensores de rotação e fase testados com osciloscópio estavam normais — o que levou à conclusão de abrir o chicote sob a bateria. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Substituição do chicote elétrico danificado que passa sob a bateria. Peças envolvidas Chicote elétrico localizado sob a bateria Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2013 (caso documentado); risco em toda a geração por ser questão de posicionamento
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    A
    Relato recorrente — É um relato recorrente entre proprietários, sem confirmação oficial da montadora. Sintoma Barulho forte que parece vir das polias variáveis do comando, tanto na partida a frio quanto com o motor quente. Causa provável Segundo as fontes consultadas, no caso documentado a causa real era o tensor da correia dentada, e não as polias — o ruído apenas se refletia nelas, criando ilusão de diagnóstico. A fonte também alerta para polias variáveis falsificadas como causa de ruído, especialmente peças compradas pelo próprio cliente. Como diagnosticar Verificar pressão de óleo do motor, inspecionar tuchos e comando, avaliar folga dentro das polias colocando chave nos comandos, descartar limalha no óleo e testar os solenoides de controle variável. Desconfiar da procedência das polias se foram compradas pelo cliente. Só então avaliar o tensor. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Substituição do tensor da correia dentada — o ruído desapareceu completamente após a troca. A fonte destaca que peças de reposição vêm com defeito mesmo dentro de kits de qualidade. Peças envolvidas Tensor da correia dentada Kit da correia dentada Polias variáveis de admissão e escape Solenoides de controle variável Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2013 e 2014 (relatos específicos) · Carroceria: ambos
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    S
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Barulho forte, tipo 'toc toc', ao passar em qualquer irregularidade do solo, às vezes com quilometragem baixa — a fonte documenta um caso com apenas 24.000 km. Causa provável Segundo as fontes consultadas, há folga radial excessiva na haste do amortecedor dianteiro, sem vazamento de óleo aparente — o que faz muitos mecânicos descartarem o amortecedor. Pivôs da bandeja, buchas e coxins também aparecem como causa em relatos. Como diagnosticar Desmontar o conjunto e verificar separadamente cada componente. Testar especificamente a folga radial da haste do amortecedor: ele pode estar sem vazamento e mesmo assim com folga. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Substituição do amortecedor dianteiro. Em casos com pivôs danificados, a substituição dos pivôs das bandejas dos dois lados resolveu. Peças envolvidas Amortecedor dianteiro Coxim do amortecedor Pivô da bandeja de suspensão Buchas da barra estabilizadora Bieleta Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2012–2014 (caso técnico documentado com 24.000 km) · Carroceria: ambos
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    J
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Barulho seguido de um tranco na troca de marcha, especificamente da primeira para a segunda. Causa provável Segundo as fontes consultadas, o disco mola do câmbio automático de 6 marchas (6T40) quebrou. Como diagnosticar Identificação pelo ruído somado ao tranco característico na passagem de 1ª para 2ª. Encaminhar a um especialista em câmbio automático para abertura e verificação. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Reparo por especialista em câmbio automático. A fonte alerta que, se ignorado, o defeito pode evoluir e quebrar o eixo de entrada e até a carcaça do câmbio. Como prevenção, indica trocar o óleo do câmbio a cada 60 mil km. Peças envolvidas Disco mola do câmbio 6T40 Em caso avançado: eixo de entrada e carcaça do câmbio Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2011–2016, versões automáticas · Carroceria: ambos
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    L
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Consumo excessivo de óleo, marcha lenta irregular, aceleração que sobe sozinha para cerca de 3.000 rpm e volta, fumaça branca esporádica, óleo expelido pela vareta e, em casos avançados, motor que não pega. Causa provável Segundo as fontes consultadas, a membrana/diafragma da válvula anti-chamas (PCV), integrada à tampa de válvulas, se rompe. Rompida, provoca entrada falsa de ar na admissão e perda do controle de pressão do cárter, jogando óleo direto na admissão. Como diagnosticar Verificar se o corpo de borboleta está sujo de óleo — se estiver, a membrana provavelmente está avariada. Atenção: no caso documentado nenhum código de falha apareceu no scanner. Limpar o corpo de borboleta não resolve, o problema retorna. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Substituir a membrana. Como a peça é integrada, na prática a solução recorrente é trocar a tampa de válvulas completa. Após a troca, aceleração e marcha lenta normalizam. Peças envolvidas Tampa de válvulas com diafragma integrado Válvula anti-chamas/PCV Junta da tampa de válvulas Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2011–2016 (relatos específicos em 2014 e 2015) · Carroceria: ambos
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    D
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Óleo (borra marrom/emulsão) dentro do reservatório de expansão de água. O dono costuma suspeitar de junta de cabeçote queimada e temer um prejuízo grande. Causa provável Segundo as fontes consultadas, o vedador (anel de borracha) entre o trocador de calor e o suporte do filtro de óleo está defeituoso. A fonte técnica é explícita: em falha interna desse sistema a probabilidade de passar óleo para a água é de 100%, enquanto junta de cabeçote queimada passa água para o óleo (sentido inverso) em 99,9% dos casos — por isso o diagnóstico de junta costuma ser equivocado nesse sintoma. Como diagnosticar Preencher a câmara de água e pressurizar a câmara de óleo com ar comprimido: bolhas indicam comunicação entre as câmaras. Depois pressurizar a câmara de óleo isoladamente: se não houver vazamento, descarta-se ruptura interna do trocador, confirmando que o problema está no vedador. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Substituir o vedador principal e, preventivamente, os outros seis vedadores do conjunto — a fonte alerta que a chance de vazar depois da manutenção é alta se não trocar todos. Trocar também a válvula termostática, cujos vedadores de borracha são atacados pelo óleo que circulou na água, e lavar todo o sistema de arrefecimento. O trocador de calor geralmente não precisa ser substituído. Peças envolvidas Vedador principal nº 55354071 Seis vedadores complementares do conjunto Válvula termostática Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2011–2016 (relatos de proprietários em 2012) · Carroceria: ambos
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    E
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Mancha de óleo atrás da capa traseira da correia/comando; óleo escorre e pinga no chão. O dono nota o nível de óleo baixando e sujeira oleosa naquela região do motor. Causa provável Segundo as fontes consultadas, os parafusos de fixação das polias variáveis do comando são parafusos ocos (vazados) e vazam óleo pela rosca. Os retentores podem estar secos e sem sinal de vazamento, o que confunde o diagnóstico. A fonte registra recorrência de 6 a 12 meses. Como diagnosticar Desmontar e inspecionar os retentores: se estiverem secos e sem indício de vazamento, a origem é a rosca dos parafusos ocos das polias. Limpar bem a região e reavaliar após rodar. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes A orientação da GM é aplicar trava-rosca nos parafusos ocos das polias. A fonte relata que só o trava-rosca foi insuficiente: a solução definitiva foi aplicar fita de teflon primeiro e o trava-rosca por cima. Peças envolvidas Parafusos ocos de fixação das polias variáveis Retentores do comando Polias variáveis de admissão e escape Fita de teflon Trava-rosca Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2011–2016 (relato de proprietário confirma em 2013) · Carroceria: ambos
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    J
    A central multimídia é onde a idade de um carro aparece primeiro. O motor de 2013 continua ótimo em 2026; a central de 2013, nem tanto — sem espelhamento de celular, sem navegação decente, às vezes sem nem Bluetooth que preste. A boa notícia é que essa é uma das atualizações mais acessíveis que existem. Conte o que você fez no seu Manteve a original? Está satisfeito? O que mais incomoda? Trocou por uma multimídia de reposição? Qual marca e modelo, quanto custou, e como ficou o encaixe no painel? Perdeu alguma função ao trocar — comando no volante, sensor de ré, câmera, som de aviso? Precisou de moldura, chicote ou adaptador específico? Qual? Fez alguma melhoria de som (alto-falante, módulo, isolamento)? Valeu a pena? Por que este tópico é útil Compatibilidade de moldura e chicote é exatamente o tipo de informação que existe espalhada em comentário de anúncio e some em seis meses. Reunida aqui, com o modelo exato e o código do adaptador, ela vira referência para todo mundo que tem esse carro. Se você tem foto do antes e depois, poste — ajuda quem está inseguro sobre como fica o acabamento.
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    E
    Como o Cruze saiu de linha, hoje todo negócio é de usado. Este tópico é para a comunidade montar, junto, um checklist de vistoria específico do 1.8 — o que realmente merece atenção nesse carro, e não a lista genérica que serve para qualquer usado. Base para começar (vale para qualquer carro) Documentação e histórico Débito, multa, restrição e situação do chassi Histórico de revisão — carimbado ou com nota fiscal, não só palavra Quantos donos, e há quanto tempo o atual tem o carro Recall pendente: dá para consultar pelo chassi antes mesmo de ver o carro Motor e transmissão, com o carro frio Ligue você mesmo, com o motor frio. Muito vendedor "esquenta" o carro antes justamente porque o sintoma some Barulho, fumaça na partida, marcha lenta instável Nível e aspecto do óleo, sinal de vazamento embaixo No automático: engate de marcha, atraso, solavanco, comportamento em subida Estrutura e uso Alinhamento de painéis, tinta, sinal de repintura Desgaste dos pneus (irregular indica suspensão ou alinhamento) Desgaste de pedal, banco e volante contra a quilometragem informada Ar-condicionado gelando de verdade, eletrônica e multimídia funcionando Sempre Leitura de scanner antes de fechar — código armazenado aparece mesmo sem luz acesa no painel Vistoria cautelar independente, feita por alguém que não seja indicação do vendedor O que só quem tem o carro sabe E é aqui que você entra: o que você olharia primeiro num 1.8 usado? Tem algum ponto que, olhando para trás, você gostaria de ter checado antes de comprar o seu? As respostas vão virar um checklist fixo da comunidade.
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    R
    Câmbio automático é o assunto que mais gera discussão em qualquer comunidade de carro, e o motivo é simples: é a manutenção mais cara de errar e a que tem mais opinião divergente circulando. A proposta deste tópico é reunir experiência real, não teoria de internet. O que queremos saber de quem tem o 1.8 automático Você já trocou o fluido? Com quantos km, e onde (concessionária, especialista em câmbio, oficina comum)? Foi troca simples ou com máquina de fluxo? Quanto custou, na época? Notou diferença depois? Para melhor, para pior, ou nada? Se o seu câmbio deu problema: qual foi o sintoma inicial, com quantos km, e como terminou? Se está com muitos km e nunca deu trabalho, conte também — essa informação some das discussões porque quem está feliz não escreve. Duas coisas ditas com honestidade Intervalo de troca é um tema em disputa. Existe recomendação de fabricante, existe recomendação de especialista em câmbio, e elas nem sempre coincidem. Comece pelo que diz o manual do seu ano e trate o resto como opinião — inclusive as daqui. Sintoma de câmbio merece diagnóstico, não palpite. Trepidação, atraso na troca, solavanco ou marcha que não engata podem vir de coisas muito diferentes, algumas baratas. Levar num especialista antes de aceitar orçamento de remanufatura já salvou muita gente de gastar o preço de um câmbio para resolver um problema pequeno. Conte o seu caso — com quilometragem e valores, que é o que falta na maioria das discussões por aí.
  • Qual o consumo real do seu 1.8?

    consumo motor primeira-geracao
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    B
    Consumo de tabela e consumo de vida real raramente batem. E, para quem está pensando em comprar um 1.8 usado, saber o número verdadeiro vale mais que qualquer ficha técnica. Vamos montar isso juntos. Responda no formato abaixo — quanto mais gente, mais confiável fica a média: Ano e versão: (ex.: LTZ 2014 automático) Quilometragem: (ex.: 120.000 km) Combustível: (gasolina / etanol) Cidade: (ex.: 7,8 km/l) Estrada: (ex.: 11,5 km/l) Como você mede: (computador de bordo / tanque cheio no papel) Cidade onde roda: (trânsito de SP não é trânsito de cidade pequena) Duas observações para o número ser útil Computador de bordo costuma ser otimista. Se você tem o hábito de medir por tanque cheio, diga — esse dado vale mais. Diga se o carro está com manutenção em dia. Vela velha, filtro de ar sujo, pneu murcho e ar-condicionado desregulado mudam consumo, e aí o número diz mais sobre a manutenção do que sobre o carro. Com uma quantidade boa de respostas, dá para montar uma média por versão e por câmbio, e transformar isso numa referência fixa da comunidade.