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    C
    Relato isolado — Aparece em poucos relatos — trate como hipótese, não como diagnóstico. Sintoma Verniz e pintura descascando em várias áreas da carroceria — capô, teto, coluna traseira, paralama dianteiro esquerdo e porta traseira esquerda — em carro conservado e guardado em garagem coberta. Causa provável Segundo as fontes consultadas, uma possibilidade é falha no processo de pintura de fábrica, com descolamento do verniz da camada de tinta. Como diagnosticar Inspeção visual sob luz direta procurando bolhas e bordas de descolamento; medir espessura de camada para descartar repintura. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Repintura dos painéis afetados. Nos relatos a GM negou cobertura por fim de garantia e os donos recorrem ao Código de Defesa do Consumidor alegando vício oculto. Aplicação Anos: não especificado
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    A
    Relato isolado — Aparece em poucos relatos — trate como hipótese, não como diagnóstico. Sintoma Ruído estrutural vindo da coluna B, na região da fixação do cinto de segurança, identificado durante a revisão dos 20.000 km. Causa provável Segundo as fontes consultadas, o diagnóstico da concessionária apontou falha nos pontos de solda da estrutura das colunas B. Como diagnosticar Localizar o ruído na região da coluna B com o carro em torção; a confirmação foi feita pela concessionária com orientação da engenharia da GM. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes A engenharia da General Motors orientou refazer todos os pontos de solda das colunas B na funilaria. Peças envolvidas Coluna B (refazimento dos pontos de solda) Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: não especificado (2ª geração, cerca de 19.000 km)
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    A
    Relato recorrente — É um relato recorrente entre proprietários, sem confirmação oficial da montadora. Sintoma A regulagem de altura do banco do motorista trava: a alavanca se move mas o banco não sobe, deixando o assento preso na posição baixa. Nos relatos apareceu nos primeiros meses de uso e reincidiu depois de consertado. Aparecem junto folga no trilho com estalos ao pisar no freio e espumas moles. Causa provável Segundo as fontes consultadas, falha do mecanismo elevador do banco — 'a peça que eleva o banco está estragada', segundo o diagnóstico da concessionária — e folga na estrutura do trilho. Como diagnosticar Acionar a alavanca de altura em toda a faixa com e sem peso no banco; verificar folga no trilho empurrando o banco para frente e para trás e pisando no freio. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes A rede indica substituição do conjunto do banco, com orçamento em torno de R$ 3.000 num dos relatos. Em outros casos foram trocados espumas, estrutura e até o banco de couro do motorista aos 25.000 km em garantia. Peças envolvidas Mecanismo de regulagem de altura do banco Estrutura do banco Trilho Espumas Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2017 e 2018 · Carroceria: ambos
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    J
    Relato recorrente — É um relato recorrente entre proprietários, sem confirmação oficial da montadora. Sintoma O carpete se desprende do acabamento junto às quatro portas, principalmente do lado do passageiro, obrigando o dono a reposicionar a peça manualmente. Causa provável Segundo as fontes consultadas, defeito de encaixe de série entre o carpete e o acabamento da soleira; qualidade baixa do carpete segundo os donos. Como diagnosticar Abrir as portas e verificar se o carpete está saindo do canal do acabamento; observar se volta a soltar após o reencaixe. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Reencaixe pela concessionária, que é paliativo e volta a soltar. Num caso, após mais de 2 anos de insistência, a GM trocou o acabamento da longarina e da coluna traseira junto com espumas e estrutura do banco. Peças envolvidas Carpete Acabamento de soleira Acabamento da coluna traseira Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2017 · Carroceria: sedan
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    M
    Relato isolado — Aparece em poucos relatos — trate como hipótese, não como diagnóstico. Sintoma Entrada de água pela região do vidro traseiro que atinge e queima módulo eletrônico no compartimento traseiro. Causa provável Segundo as fontes consultadas, infiltração pela vedação do vidro traseiro ou pelo alojamento do brake light, com a água escorrendo até a área da bateria e dos módulos, que na 2ª geração ficam no porta-malas. Como diagnosticar Levantar carpete e estepe do porta-malas procurando água; teste de mangueira sobre a região do brake light e do vidro traseiro. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Substituição do módulo queimado e correção da vedação na origem. Peças envolvidas Módulo eletrônico do compartimento traseiro Vedação do vidro traseiro / brake light Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2017
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    R
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Grilos, rangidos e batidas internas por todo o carro, em piso irregular e até em piso liso: borrachas de vedação das quatro portas rangendo, pinos de travamento batendo, forro de porta, painel, túnel central, porta-luvas, apoios de cabeça, cintos de segurança e ruído metálico no porta-malas. Aparece cedo — relatos já com 2.000 km. Causa provável Segundo as fontes consultadas, o acabamento e a solidez de construção são deficientes: plásticos rígidos sem revestimento macio, encaixes com folga excessiva (relato de vão de 10 mm no console central) e vedações que rangem. É a queixa nº 1 dos donos da 2ª geração — 48% citam ruídos e 29% criticam o acabamento em levantamento de opinião de proprietários. Como diagnosticar Rodar em piso irregular e paralelepípedo com o som desligado, localizando cada fonte com ajuda de um passageiro; pressionar peças suspeitas para ver se o ruído some. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Paliativos aplicados pela rede: silicone nas borrachas das portas, feltro no forro e no acabamento do porta-malas, espuma nos pinos das portas, isolamento acústico do módulo OnStar, realinhamento das portas e troca de forro. Nos relatos os ruídos reaparecem em poucos dias — um dono voltou 10 vezes à concessionária sem solução definitiva. Peças envolvidas Borrachas de vedação das portas Pinos de travamento Forro de porta Acabamento do porta-malas Feltros e espumas antirruído Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2017 e 2018 confirmados; queixa geral da 2ª geração · Carroceria: ambos
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    M
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma A terceira luz de freio trinca, racha ou se levanta sozinha, sem impacto nem mau uso. Em seguida entra água de chuva: o porta-malas e a caixa do estepe enchem, aparece mau cheiro, e a água chega ao assoalho e à região da bateria e dos módulos. Há caso de pane elétrica total. Causa provável Segundo as fontes consultadas, há falha de projeto e de vedação do conjunto do brake light: os parafusos e porcas de fixação afrouxam com o tempo e a guarnição perde estanqueidade, criando caminho para a água até a bandeja da bateria no compartimento traseiro, onde ficam a bateria e o conversor de energia. Como diagnosticar Levantar carpete e estepe do porta-malas procurando acúmulo de água; inspecionar as extremidades do brake light contra a luz procurando trincas capilares ou peça levantada; teste de mangueira sobre a peça. Consultar pelo chassi se o veículo está na faixa da ação de campo. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes A GM mantém ação de campo por faixas de chassi, com aplicação de espuma vedante e substituição das guarnições e porcas; havendo dano, substituição da peça e dos componentes elétricos molhados. Fora da faixa de chassi ou da garantia a rede cobra orçamento — peça citada em torno de R$ 800 mais mão de obra. Ressalva importante: a campanha aparece descrita em reclamações de proprietários e em portais, mas não foi possível confirmá-la nas listas oficiais de recall da Senacon; não há número de campanha divulgado. Peças envolvidas Conjunto do brake light Guarnição e porcas de fixação Espuma vedante Conversor de alimentação de energia Bateria Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2016/2017 a 2022/2023 · Carroceria: sedan (relatos majoritariamente em sedan; a peça existe nas duas carrocerias)
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    A
    ️ Defeito crônico documentado — É um problema recorrente e documentado neste motor. Sintoma Estalo ou rangido vindo da traseira quando o carro sofre torção: ao frear, em manobras, curvas fechadas, entrada de garagem em desnível e ao passar em buraco. Aparece muito cedo — relatos com 600 km e com 3.045 km. Causa provável Segundo as fontes consultadas, a própria rede Chevrolet reconheceu em ordem de serviço, com este texto: 'devido a variação no processo de produção do eixo traseiro, alguns veículos podem apresentar ruído tipo estalo ou rangido no eixo traseiro quando submetido a torção'. Ou seja, variação de processo no eixo de torção. Como diagnosticar Reproduzir torcendo a carroceria — entrar de lado em lombada, rampa, manobra em curva fechada — e frear. Confirmar na concessionária se o veículo já recebeu a lubrificação do eixo traseiro. O diagnóstico deve confirmar a causa antes de qualquer troca de peça. Sintoma parecido pode ter origem diferente, e trocar peça no chute é o jeito mais caro de consertar carro. Reparo indicado pelas fontes Procedimento paliativo oficial: furar o eixo e preencher com graxa. O ruído volta quando a graxa seca — há relato de duas aplicações sem sucesso. Solução definitiva indicada pelas próprias concessionárias: substituição do eixo traseiro. Peças envolvidas Eixo de torção traseiro completo Graxa de lubrificação do eixo Confirme o código correto pelo chassi do seu carro antes de comprar. Aplicação Anos: 2017 a 2019 · Carroceria: sedan